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Bloco Ba-bahianas desfila nesse domingo no Gonzaguinha

Domingo (11/02) tem muita alegria e diversão na orla do Gonzaguinha com o desfile do bloco Ba-bahianas Sem Taboleiro. O maior bloco do Estado completa 81 anos em 2018, e trará o tema “Gente de Casa Faz Milagres”. A concentração será a partir das 10h, na Praça Vinte e Dois de Janeiro, seguindo às 11h pela orla até a Av. Antonio Rodrigues.

A expectativa do grupo é de reunir o mesmo número de foliões de 2017, quando 100 mil pessoas foram às ruas, entre moradores da Baixada, turistas de outras regiões e até de outros estados brasileiros.

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O QUE ESPERAR

Tradicionalmente, os homens usam roupas femininas na brincadeira. Mas o importante é que cada um vá como se sentir melhor. O único pedido do grupo é que os participantes cheguem com muita alegria, pois a festa é familiar. “Convidamos a família para participar. Vamos manter o Carnaval vivo, com empolgação, espírito de brincar e sem violência”, contou o presidente do bloco, Fabiano Cutino.

Há 54 anos participando da festa, o presidente de honra Nazir Elias Estefan sairá pelo 40º ano seguido com vestes de baiana e turbante a La Carmem Miranda. A disposição é a mesma há décadas. “Não canso e não vou cansar até morrer”, contou Nazir.

A responsabilidade de ser porta-bandeira está nas mãos de Edison Rodrigues dos Santos pela décima vez consecutiva. Ele contou que está acostumado a puxar o bloco: “No começo, dava um certo nervosismo, mas, agora, já tiro de letra”.

Para garantir um Carnaval com respeito, não será permitido portar produtos como spray de espuma, esguichos d’água e garrafas. Também haverá revista realizada pela PM na entrada.

ABADÁS

Quem quiser uma recordação do bloco, pode adquirir o abadá por R$ 20 (dois por R$ 30) na Sofia Bolsas e Valentina Baby Luxo (Galeria Roma – na Rua João Ramalho, 815), Boneca de Luxo (Boulevard Shopping – Rua Martim Afonso, 220) e Camaleoa (Brisamar Shopping – Rua Frei Gaspar, 365).

Ba-bahianas sem Taboleiro

Inicialmente, o bloco se chamava Bahianas sem Taboleiro (as palavras “Bahiana” e “Taboleiro” seguem até hoje a grafia original). O presidente de honra Nazir Elias contou que “Toda baiana tem um tabuleiro, mas a nossa é diferente, irreverente”. Nazir explica que em meados dos anos 1960 o nome passou a ser “Ba-bahianas sem Taboleiro”, em homenagem ao primeiro presidente, Alberto “Babá” Sbravati, que faleceu em 1957. Em sua primeira edição, no ano de 1937, cerca de 60 foliões foram para as ruas com a proposta de curtir o Carnaval usando trajes femininos.

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O Autor

Bruna Domato

Bruna Domato

Estudante de Publicidade e Propaganda

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